Livros infantis de Álvaro Modernell são lançados no exterior

Depois de virar sucesso no Brasil, os livros de educação financeira infantil de Álvaro Modernell agora chegaram ao exterior. O sócio-fundador da Mais Ativos lançará três de suas obras na 25ª Feira Internacional do Livro de Bogotá, na Colômbia.

O evento será realizado de 18 de abril a 1º de maio. No dia 21, Modernell apresentará aos presentes “La media mágica” (versão de “O pé de meia mágico”), “La cerdita Miss Ahorro” (“Zequinha e a porquinha Poupança”) e “Paulina y las semillas de la prosperidade” (“Paulina e o Ipê-amarelo”).

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3 Responses

  1. Kátia Lanzendorf disse:

    Estou trabalhando Educação Financeira com meus alunos de 7 e 8 anos. Gostaria de sua ajuda, orientação sobre palestras. Como posso adquirir seus livros de histórias para crianças? Grata
    Professora Kátia

    • Chen disse:

      “Falta saber o que ire1 acontecer aos cerca de 10 mil traahlabdores da empresa falida, mas o mais certo e9 que as vedtimas sejam os principais response1veis pela me1 geste3o e consequente desaparecimento do Lehman. Ou seja, os “capitalistas” que de3o mau nome ao capitalismo.”Sim Sr. Mascarenhas, e9 o mais certo … ou ne3o. Mesmo assim , eh, que se lixem ! Ningue9m vai dar pela falta deles.Nota-se que direita ne3o e9 propriamente sensedvel e0s dificuldades reais das pessoas. Junte-se a isto, o facto de je1 parecer haver “culpados” nesta situae7e3o. Isto e9, se calhar … Bem, e ainda no apontar do dedo, falando em tirar conclusf5es apressadas Sr. Mascarenhas …

  2. Jose disse:

    Paulo Pinto Mascarenhas escreve: “Confiar nas praosesms do Estado sere1 penhorar a vida dos nossos filhos.”Acabemos com o estado ente3o e entreguemo-nos e0s praosesms das crises cedclicas do capital.”Sf3 nas economias socialistas e9 que ne3o he1 ciclos, porque a recesse3o e9 permanente.”Devia saber que em qualquer tipo de economia existem ciclos. De qualquer forma, a fale1cia no argumento demonstrado nesta frase e9 circularmente contundente.”Os decisores poledticos team de contar sempre com as crises e, por isso, devem actuar com a racionalidade da formiga em tempos de crescimento econf3mico e incentivar mais a poupane7a do que o cre9dito. Para ne3o acabarmos como a cigarra quando chega o Inverno, tal como acontece na actual crise financeira, o Inverno do descontentamento ocidental.”Hmmmm … Esta analogia e9-me particularmente desconcertante. Ou por sermos reduzidos a nada mais do que insectos com uma, quase que inevite1vel, cruz numa sociedade que aparenta ser previsedvel, ou pelo sr Mascarenhas ne3o se conseguir entender sobre o real peso do estado no controlo da economia e dos mercados.”As “nacionalizae7f5es” de que se fala poderiam ser evitadas, mas aconteceram em grande medida por incompeteancia dos agentes de regulae7e3o. As solue7f5es este1veis e duradouras continuam a encontrar-se no mercado e ne3o no Estado.”Sr. Mascarenhas, tomando a sua analogia da formiguinha, tenha em mente que, a dita formiguinha, vive numa sociedade comunite1ria que se presa de ser muito socialista: Todos os membros da sociedade das formigas trabalham nem na indecise3o do mercado, nem no armazenamento e apropriamento privado da comida por todas recolhida. Elas, isso sim, acreditam que um sistema baseado no bem-comum, regido por um estrito cf3digo de conduta social e econf3mico, as leva a ter melhores possibilidades de sobreviveancia.Por outro lado, a cigarra – como, por exemplo, os especuladores nos mercados financeiros – actua solite1riamente dentro de um conjunto de interesses que representam uma frace7e3o da sociedade. Como na bolsa e como uma empresa, a cigarra se calhar ate9 morre passado um inverno, mas volta prontamente outra para a substituir. Tere1 passado, mesmo assim, pela dolorosa decise3o de andar ao sabor do vento (mercados auto-regulados) e ter sofrido ate9 e0 morte. Analogamente, na nossa realidade, sere1 o desaparecimento de mais uns quantos milhares de postos de trabalhos, mais outros tantos de perca de casa por falta de pagamento, sem falar em famedlias destrueddas e consequente aumento da criminalidade por falta de rendimentos e vida na pobreza. Mas quem se interessa ?! Ne3o e9 sr. Mascarenhas ?

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